Meu Triste Sertão (a última seca)

 

 

O chão sofrido era sépia,
As plantas tristes, cinzas
Azul era o céu, sem nuvens…
A pele queimada era marrom
As folhas secas, eram pretas

E verde eram as barragens

Este é um trecho da poesia presente no livro
Crônicas do Cotidiano – Um Novo Jeito de Ver
Disponível na Amazon e Clube dos Autores

Gilson Cruz

Leia também Um calor diferente – O que será isso? ‣ Jeito de ver

Programa Estadual de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca | Portal SEIA

 

O chão sofrido era sépia,
As plantas tristes, cinzas

Poema para Aline (Carinha amarrada)

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Imagem de b13923790 por Pixabay

 

Reluzindo como o sol
numa carinha amarrada
Quando a pequena Aline sorria
não me faltava mais nada

***

Quer ler o texto completo? Ele está no livro “Crônicas do Cotidiano – Para Continuar a Estrada”, atualmente em pré-lançamento no Clube dos Autores.

 

Leia também O pequeno mundo de Lis ( Poema à Felicidade) ‣ Jeito de ver

Como gostar de estudar? Dicas para ter prazer na aprendizagem (kumon.com.br)

📖 Acabei de lançar Crônicas do Cotidiano – Um Novo Jeito de Ver! Um livro com poesias, reflexões e histórias que celebram a cultura e a alma brasileira. Cada compra ajuda a manter meu site Jeito de Ver vivo! Apoie: https://www.amazon.com.br/dp/B0FSGMPHGY 🌟 #LiteraturaBrasileira #Poesia

 

Banda Acordes – a Banda que não aconteceu

A história da banda que não acconteceu.

A história da banda que não acconteceu.

Imagem de Cristhian Adame por Pixabay

 

Quando alguns sonhos não se realizam, nascem histórias que alimentam novos sonhos”

– Gilson Chaves

 

Permita-me contar um pouco da História da Banda Acordes – A Banda que não aconteceu.
O mês de Dezembro de 1987, foi marcado por uma tragédia familiar, a perda do Tio Salomão, aos 36 anos de idade, vítima de um AVC.
Naquele verão, fui ao rio Paraguaçu para espairecer, aquele era o melhor lugar do mundo pra isso. No verão, as pessoas fugiam dos fornos de suas casas e mergulhavam naquelas águas escuras.
Havia um lugar conhecido como “a Prainha”, era um espaço de aproximadamente 50 metros, situado à margem esquerda, onde aos domingos as famílias iam para pequenas partidas de futebol de areia, para a prática da capoeira ou para piqueniques, quando as duas primeiras opções permitiam.
Duzentos metros à esquerda deste lugar, as mulheres tratavam “o fato” dos bois ao amanhecer, deixando no ar da região um “perfume” característico. Provavelmente nenhum outro lugar no mundo tinha aquela fragrância, levemente desagradável…
Não à toa, os cachorrinhos da região olhavam e cheiravam, com uma certa admiração e desejo, os banhistas daquele lugar!

O Início

Este é um trecho da crônica presente no livro
Crônicas do Cotidiano – Um Novo Jeito de Ver
Disponível na Amazon e Clube dos Autores

Veja também É hora de ouvir o “MADDS” – se permita ‣ Jeito de ver

 

Infelizmente, a vida testava a paciência da banda…

Até esquecemos que não tínhamos os instrumentos!

Ele costumava rir e dizer: – “Mané, você não desiste nunca”

E a resposta: “Pois é, Mané…Como é que se desiste? A gente não pode desistir..”

O Milagre da Atitude: O sentido no Cotidiano

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Imagem de Engin Akyurt por Pixabay

 

A forma como encaramos o dia
não mudará seu curso
ou a postura das pessoas

***

Quer ler o texto completo? Ele está no livro “Crônicas do Cotidiano – Para Continuar a Estrada”, atualmente em pré-lançamento no Clube dos Autores.

***Gilson Cruz

Veja também A estrada e o impossível – Caminhe! ‣ Jeito de ver

 

The road to impossible – now it’s yours

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Imagem de Tumisu por Pixabay

 

 

Now the road is yours!

People passing by may be indifferent to your style, your direction,

but the path to follow is independent of them.

Imagine how art would be if someone didn’t dare to challenge the conventional?

Or if someone had never said for the first time: It’s possible?

Yes, believing in the impossible, even if it exists, only limits our ability to dare

– and sometimes, that’s all you need.

Dare to believe in a project, even if others ignore it.

So…

Believe in the reasons, for there will always be one.

Believe in the possible, for there will always be a way!

Now, the road is yours – walk.

Outline your plans towards the impossible,

and if they are not achieved,

breathe, look back, see how much you have already conquered on this road.

So, keep going!

Gilson

Read too: “How It Would Be… – Poem of a New Day” ‣ Jeito de ver

 

 

A estrada e o impossível – Caminhe!

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Imagem de Tumisu por Pixabay

 

 

Agora a estrada é sua!

As pessoas que passam ao seu lado podem ser indiferentes ao seu estilo, à sua direção, mas independe delas o caminho a seguir.

Imagine como seria a arte, se alguém não se atrevesse a desafiar o convencional? Ou como seria alguém não tivessem dito pela primeira vez: É possível?

Sim, acreditar no impossível, ainda que ele exista, apenas limita a nossa capacidade de ousar – e às vezes, isso é tudo o que se precisa.

Ouse acreditar num projeto, ainda que outros o ignorem.

Acreditar nas razões. pois sempre haverá uma.

Acreditar no possível, pois sempre haverá um meio!

Agora, a estrada é sua – caminhe.

Trace seus planos rumo ao impossível, e se estes não forem alcançados, respire, olhe para trás, veja o quanto você já conquistou nesta estrada.

Portanto, continue!

Gilson Cruz

Leia também Retratos da vida – o que deixamos passar ‣ Jeito de ver

 

 

 

O pequeno mundo de Lis ( Poema à Felicidade)

Um poema para Lis.

Imagem de Ron van den Berg por Pixabay

 

“Lis,
Me diz, menininha levada
O que te deixa feliz?

“Besouros no Jardim?
Flores vermelhas?
Ou achas as mais belas

***

Veja o texto completo no livro “Crônicas do Cotidiano – Para Continuar a Estrada”, pré-lançamento no Clube dos Autores.

Gilson Cruz

Leia também Poema para Aline (Carinha amarrada) ‣ Jeito de ver

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“Março: História, Conscientização e Reflexão”

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Imagem de Dorothe por Pixabay

Um pouco do mês de março na história:
  • Acidente aéreo com o jato Learjet 25D prefixo PT-LSD, resultando na morte de nove tripulantes, incluindo todos os integrantes do grupo musical Mamonas Assassinas (25 anos).
  • Início das transmissões da TV Globo São Paulo (55 anos).
  • Nascimento do cantor e compositor mineiro Vanderli Catarina, conhecido pelo nome artístico Vander Lee (55 anos).
  • Nascimento da cangaceira baiana Maria Gomes de Oliveira, conhecida como Maria de Déa e, após sua morte, Maria Bonita (110 anos), companheira de Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, e primeira mulher a participar de um grupo de cangaço.
  • Prisão do escritor brasileiro Monteiro Lobato por criticar as torturas praticadas pelo Estado Novo (80 anos).
Algumas celebrações:
  • Dia Internacional da Mulher.
  • Dia Nacional da Comunidade Árabe.
  • Dia Nacional do Circo.
  • Dia Mundial do Teatro.

Fonte: Fatos históricos, datas comemorativas e feriados de março de 2021.

Origem do Mês de Março:

Março era originalmente o primeiro do calendário romano, marcando o início da primavera. O nome “março” tem origens no latim “Martius”, relacionado ao deus Marte, associado à guerra na mitologia romana.

Embora associado à primavera e à guerra na mitologia romana, neste mês atualmente percebemos os conflitos contemporâneos, incluindo as Guerras Civis Afegãs, a Guerra Civil na Somália, a Guerra Civil no Mali, a Guerra Civil Iemenita (desde 2014), a Guerra Civil Centro-Africana (desde 2012), a Guerra Civil no Sudão (iniciada em 2023), a Guerra Civil Síria e a Guerra Contra o Estado Islâmico.

Referência: Quais são as grandes guerras em curso no mundo – e por que algumas chamam menos atenção? – BBC News Brasil

Além desses conflitos, há o conflito Rússia versus Ucrânia, que em dois anos ceifou mais de 200 mil vidas, e uma crescente ameaça de conflito na Ásia.

Leitura adicional: A terceira guerra está na Ásia? China, Taiwan e Coreia do Norte estão em um barril de pólvora – Seu Dinheiro

Motivos da Guerra:

As guerras são motivadas por diferenças étnicas, rivalidades políticas, recursos escassos, questões religiosas e ideológicas. O desejo de expansão e domínio tem gerado conflitos em todo o mundo.

A paz pode parecer uma utopia quando se percebe que as nações investem muito mais em armamentos do que em saúde e educação.

MARÇO É REALMENTE UM MÊS PARA REFLEXÃO!

Veja também: Fevereiro e os seus 28 dias apenas… ‣ Jeito de ver

A indústria armamentista – um tema em debate ‣ Jeito de ver

A hora e a vez de Dhan Nascimento

 

 

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Show Réveillon 2014

 

 

“Acompanho o Dhan desde os tempos em que ele era o vocalista principal do Rasta Roots, uma banda que fazia covers de Reggae em Iaçu, Bahia. Ele emanava boas energias, transbordava carisma e a sua voz evoluiu muito com o tempo”. – Nilson Muller

Conhecendo Iaçu, na Bahia

Daniel, ou Dhan Nascimento, como é conhecido na cidade em que atua profissionalmente, é natural de Itaberaba, Bahia, cidade conhecida pelo progresso cultural e pela divulgação de seus jovens talentos. Reside na cidade de Iaçu,cidade conhecida pela beleza do Rio Paraguaçu e por sua atuação histórica durante o regime ditatorial que governou o Brasil entre os anos 1964 e 1985.

Durante muitos anos, a produção de abóbora desempenhou um papel fundamental na economia local, sendo uma das principais culturas do município.

Situada às margens do Rio Paraguaçu, a cidade tem grande potencial para crescimento. Porém, há ainda a necessidade de projetos que visem diminuir o êxodo de jovens para maiores centros. Por falta de oportunidade profissional, muitos jovens migram para cidades maiores. Para reverter esse cenário, é crucial desenvolver oportunidades profissionais locais e criar um ambiente propício para o crescimento econômico.

Atrair investimentos privados poderia impulsionar a economia local, assim como fez o município de Castro Alves com uma grande fábrica de calçados e a fábrica de ração, que servem de impulso e âncora para mão de obra local – mais de 300 famílias foram beneficiadas.

Os maiores empregadores em Iaçu são comerciantes, donos de supermercados, farmácias, lojas, padarias, bares e lanchonetes. Outros empregadores são do serviço público e uma empresa de logística. Muitos têm seu primeiro emprego em pequenos estabelecimentos e isso contribui também para a economia do município. Alguns desses comerciantes apoiam a expansão da cultura promovendo apresentações de talentos locais nos finais de semana. Assim como as águas do Rio Paraguaçu no período das cheias, a cidade transborda de novos talentos.

Conhecendo Dhan Nascimento

Neste post, Dhan Nascimento, será o nosso foco.

Dhan iniciou a sua carreira em meados dos anos 2011, sendo o vocal principal do Projeto Rasta Roots, Banda que especializada em covers de Reggae que iam desde Edson Gomes, Sine Calmon à Bob Marley and The Wailers.

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Foto Show dos Rasta Roots

O projeto durou aproximado de dez anos, com a banda em sua formação original. Neste período foram gravados alguns CD’s das apresentações ao vivo da Banda. Os shows eram marcados pela energia e o dinamismo do Reggae, a alegria do público que participava nos passos cadenciados impulsionados pela melodia bem executada do ritmo que veio da Jamaica, uma das ilhas do Caribe.

A falta de oportunidades para divulgação do trabalho e a impossibilidade de conciliação com os novos projetos dos membros da equipe levaram ao fim da Banda.

Se redescobrindo num “novo estilo”

Em 2019, ele concentrou o seu trabalho em músicas românticas, no estilo conhecido como Arrocha Sertanejo. No mesmo ano, gravou o seu primeiro CD entitulado “Pra falar de amor”. Os trabalhos de edição e mixagem foram realizados pela Edson Gravações Som!!!, em Itaberaba, Bahia.

A divulgação se deu por meio de shows e contribuições em shows de outros artistas.

Esses shows renderam a gravação de um trabalho ao Vivo, em 2020.

O segundo trabalho em Estúdio, “Pra recordar, traz em sua essência grandes sucessos das décadas de 1980 e 1990, adaptados ao ritmo Arrocha Sertanejo.

Em 2022, a escassez de shows depois do período de pandemia mundial da COVID-19 e a necessidade de organizar um novo repertório, exigiram de Dhan Nascimento pausa no trabalho, para no ano seguinte, 2023, retornar com um projeto desafiador: Lançar um CD agora apenas de músicas autorais.

Inicialmente, Dhan investiu na gravação de um EP com quatro músicas de trabalho, saindo em sequencia a gravação de um CD completamente autoral, cujo título é “Pra maltratar os corações, Com amor lembro, choro e bebo”.

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Primeiro trabalho completamente autoral

Os trabalhos de gravação edição e mixagem foram realizados no Estúdio Isaías Gravações, em Iaçu.

Suas apresentações conservam a mesma energia dos tempos do Reggae, numa bela interação entre músico/público.

São cinco álbuns ao longo da carreira, trabalhos em estúdio e um ao vivo, em que mescla músicas autorais e covers de diversos artistas do gênero.

 

Leia também Onde as flores não florescem ‣ Jeito de ver

Conheça mais o trabalho do Dhan, no Spotify.

 

O goleiro que pegava até pensamentos!

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Imagem de jotoya por Pixabay

 

A Origem do XV de Setembro e Seu Goleiro Lendário

Poucos goleiros foram tão bons na história do futebol quanto João Rodrigues, lá do XV de Setembro, embora muito poucos o saibam. Mas, XV de Setembro? Não seria mais apropriado e significativo o XV de Novembro, data em que foi proclamada a República naquele país?

Creio que ou o Sr. José Rodrigues não era muito bom em memorizar datas ou, quem sabe, na hora de registrar o nome do clube, Aurelino, o escrivão, não escutou muito bem. Por causa da animação de ver o novo time da cidade ganhar corpo, as conversas fluíram sem que ninguém percebesse o erro na bendita data! Apenas na hora de inscrever o XV no campeonato é que perceberam o equívoco.

Apesar disso, João Rodrigues, que por coincidência era filho do Sr. José, dono do time, era o goleiro. Antes que alguém fale de nepotismo, ele realmente era um grande goleiro! Enquanto a maioria dos goleiros reagia aos lances, João parecia adivinhar os pensamentos dos atacantes adversários. Jogadores mais inteligentes ficavam frustrados, pois nenhuma estratégia ou improviso funcionava. Como diziam: “Ele pegava até pensamento!”


As Primeiras Partidas e o Dom Misterioso

***

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Gilson Cruz

 

Veja também

Quiprocuó Esporte Clube – Falando de futebol ‣ Jeito de ver

Zé da Ladeira – uma história de futebol. ‣ Jeito de ver

© Gilson da Cruz Chaves – Jeito de Ver Reprodução permitida com créditos ao autor e ao site.