Lançamento do Livro: Fragmentos

Alzheimer

Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

A quem pertence a história que vivemos?

O que somos quando perdemos a memória?

Lidar com o Alzheimer é sempre uma experiência desafiadora — para quem vive e para quem acompanha.
É justamente essa experiência que ganha voz em Fragmentos – Um Romance-Memória.


Fragmentos: um olhar sensível sobre memória, afeto e o tempo que escapa

Fragmentos é o novo livro de Gilson Cruz Chaves, uma obra que reúne relatos marcados pela luta silenciosa contra o esquecimento.

Com linguagem simples e sensível, o autor conduz o leitor por episódios em que memória, família e identidade se entrelaçam, revelando a força dos pequenos gestos que permanecem mesmo quando a lembrança falha.

A narrativa percorre momentos íntimos e cotidianos, costurando lembranças, lapsos e afeições com delicadeza.

Cada capítulo funciona como um pedaço de vida — às vezes duro, às vezes luminoso — que convida o leitor a refletir sobre o que realmente sustenta nossas histórias.

Sem exageros ou dramatizações, Fragmentos apresenta uma visão humana e acessível do tema, aproximando quem lê de situações que muitas famílias conhecem bem.
É um livro que fala ao coração, mas também abre espaço para refletir sobre o papel da memória na construção de quem somos.

Para quem acompanha o blog Jeito de Ver, esta nova obra dá continuidade ao olhar atento do autor sobre o cotidiano: simples, afetivo e profundamente real.

Veja também: A história – Uma questão de memória ‣ Jeito de ver


Pré-venda disponível no Clube de Autores:

Fragmentos, por Gilson Chaves – Clube de Autores

Um Romance-memória

Nina ( Riso de Menina Rosa)

Imagem de ADD por Pixabay

Nina

Quando o sonho era verão

Veio com nome de Rosa

Rosa Menina…

O que trazes que tanto rima?

Quer ler o texto completo? Ele está no livro “Crônicas do Cotidiano – Para Continuar a Estrada”, atualmente em pré-lançamento no Clube dos Autores.

Leia também: Carol – As flores ao redor ‣ Jeito de ver

📖 Acabei de lançar Crônicas do Cotidiano – Um Novo Jeito de Ver! Um livro com poesias, reflexões e histórias que celebram a cultura e a alma brasileira. Cada compra ajuda a manter meu site Jeito de Ver vivo! Apoie: https://www.amazon.com.br/dp/B0FSGMPHGY 🌟 #LiteraturaBrasileira #Poesia

Carol – As flores ao redor

Imagem de myeongae lim por Pixabay

Há perguntas que só o amor sabe responder. Escrevi este poema para minha sobrinha Carol, tentando mostrar que o amor e a ternura que tanto buscamos no mundo, muitas vezes, já habitam dentro de nós. É um convite à delicadeza, à coragem de sonhar e à confiança no próprio caminho — mesmo quando ele parece longo.

Porque, no fim, o amor mais bonito não se encontra: ele acontece, suavemente, no nosso jeito de ser.

POEMA PARA CAROL

Se você me perguntasse

Onde se esconde o amor mais lindo

E a ternura mais bela do mundo

Eu responderia…

Não está tão distante

quanto o vento frio faz parecer

Nem tão perto

que não se exija um porção de esforço…

Mas principalmente,

te mostraria um caminho…

***

Quer ler o texto completo? Ele está no livro “Crônicas do Cotidiano – Para Continuar a Estrada”, atualmente em pré-lançamento no Clube dos Autores.

Apenas pra rir…

Leia também: Os sonhos de Lay ( Novas histórias a contar) ‣ Jeito de ver

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E então nasceu uma menina – Amor sem roteiro

Bem chateada…

E então nasceu uma menina
Canção do amor sem roteiro

Você diz: Um dia serei pai.

Ensinarei ao meu filho amar os livros,
a ouvir a música,
a tocar instrumentos, e juntos nos divertiremos em momentos juntos.

Brincaremos de bola e ele usará as cores do meu time.

Serei Pai.

E meu filho amará a escola que hoje é bem diferente da minha escola… há liberdade!

Você diz: Serei Pai e meu filho…

E de repente, nasce uma menina!

***

Veja o texto completo no livro “Crônicas do Cotidiano – Para Continuar a Estrada”, pré-lançamento no Clube dos Autores.

Leia também: Um poema para Brenda (Com H de “hoje”) ‣ Jeito de ver

Queridos

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E mais surpresas:

Dhan Nascimento – YouTube

TRISTEZA DE INVERNO ( Canção de solidão)

Imagem de Lorry McCarthy por Pixabay

 

TRISTEZA DE INVERNO

 

A fria chuva fina cai

Lenta, calma

Posso ouvir o cair delicado dos pingos.

Torturantes.

As montanhas se encolhem na névoa

E as folhas das árvores

tentam proteger o solo.

***

Quer ler o texto completo? Ele está no livro “Crônicas do Cotidiano – Para Continuar a Estrada”, atualmente em pré-lançamento no Clube dos Autores.

Leia também: Escrever ( Os motivos da vida) ‣ Jeito de ver

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Pobre Pedro ( e o tempo que passou.)

alt= Homem solitário à beira do mar.

Imagem de Engin Akyurt por Pixabay

Sinopse
A poesia “Pobre Pedro” retrata a solidão e o abandono de um homem incompreendido pela sociedade. Entre julgamentos apressados e a indiferença cotidiana, Pedro, fragilizado pelo desemprego e pela doença, vê a vida escapar em silêncio. Uma narrativa poética que expõe o contraste entre a dureza dos olhares alheios e a dor invisível de quem sofre sozinho.

Pobre Pedro

O galo cantou,
Despertador gritou,
O vizinho resmungou,
Mas Pedro não acordava.

***

Quer ler o texto completo? Ele está no livro “Crônicas do Cotidiano – Para Continuar a Estrada”, atualmente em pré-lançamento no Clube dos Autores.

Se você é apaixonado por poesias recomendo um excelente blog:

Blog dos Poetas – Poemas selecionados de escritores famosos e consagrados

Leia também Um bom rapaz – uma crônica. ‣ Jeito de ver

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Escrever ( Os motivos da vida)

Imagem de Pexels por Pixabay

📝 Se você gosta das nossas postagens e deseja apoiar o blog, em breve lançaremos o e-book “Crônicas do Cotidiano” — uma coletânea com alguns dos melhores textos do site, acompanhados de comentários inéditos e reflexões que ampliam o olhar sobre o cotidiano.

ESCREVO

Escrevo

Pois tive sonhos

Que se realizaram

E outros

Que não se puderam concretizar…

que não aconteceram

Escrevo como quem sonhou.

***

Quer ler o texto completo? Ele está no livro “Crônicas do Cotidiano – Para Continuar a Estrada”, atualmente em pré-lançamento no Clube dos Autores.

Leia também A ilusão do brilho… Vaga-lume. ‣ Jeito de ver

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A ilusão do brilho… Vaga-lume.

alt="Ouriço escondido entre folhas secas no outono"

Imagem de Anthony Jarrin por Pixabay

Introdução:

Às vezes, é no silêncio da noite e na simplicidade de um jardim que surgem as reflexões mais profundas.

Entre formigas silenciosas, grilos repetitivos e o brilho passageiro de um pirilampo, este pequeno texto convida à contemplação da vida que pulsa discretamente à nossa volta — e dentro de nós.

Nesta breve alegoria, o vaga-lume se torna símbolo da efemeridade do brilho, da ilusão de grandeza, e da fragilidade dos instantes em que buscamos ser mais do que somos.

Será que, ao brilhar, deixamos de ver o mundo?

***

Quer ler o texto completo? Ele está no livro “Crônicas do Cotidiano – Para Continuar a Estrada”, atualmente em pré-lançamento no Clube dos Autores.

Leia também: Voo efêmero – um breve encontro ‣ Jeito de ver

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Enquanto a Música Tocava ( O Fim do Baile)

alt= O cantor e a bailarina.
O amor nos antigos bailes

Enquanto a música tocava

Dentre as poucas coisas que consigo me lembrar, estão ainda os cabelos negros, dançando ao som da música, e eu torcia para que a música jamais acabasse.

Era como se o sonho fosse real e estivesse lá, ao alcance das mãos…

Este é um trecho da crônica presente no livro
Crônicas do Cotidiano – Um Novo Jeito de Ver
Disponível na Amazon e Clube dos Autores

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Como Ler um Poema? ( Como a vida deve ser)

Sem complicações…

Assim como a vida, os poemas não precisam ser complicados.

Um mundo de palavras, histórias e sentimentos cabe nas poucas palavras de um pequeno poema…

e cada um conta a sua história.

Se você sofreu, amou, perdeu, superou — tudo pode estar lá, nas pequenas palavras.

Mas… como ler um poema?

Este é um trecho do texto presente no livro
Crônicas do Cotidiano – Um Novo Jeito de Ver
Disponível na Amazon e Clube dos Autores

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© Gilson da Cruz Chaves – Jeito de Ver Reprodução permitida com créditos ao autor e ao site.