O Passado Muda Quando Você Muda

Uma reflexão sobre o passado

Imagem de Pexels por Pixabay

“Não há nada como regressar a um lugar que está igual para descobrir o quanto a gente mudou.”

– Nelson Mandela

Olhar para trás pode ser um exercício doloroso, mas necessário para continuar nesse processo de aprendizagem que é viver a vida.

Mas, uma vez que é impossível resgatar o passado, olhar para trás não seria uma perda de tempo?

Sim, mas essa premissa não contradiz em nada o argumento inicial. Vejamos:

Mudanças

A vida em si é uma continuidade e, apesar dos nossos desejos, não temos o mecanismo de reiniciar a partir do zero ou dos melhores momentos vividos.

Realmente, a ideia de dar continuidade a momentos felizes tem levado muitas pessoas a buscar antigos romances na expectativa de sentir a mesma felicidade ou a mesma paixão…

Este é um trecho do texto presente no livro
Crônicas do Cotidiano – Um Novo Jeito de Ver
Disponível na Amazon e Clube dos Autores

Veja também Ajustando a rota – O caminho e o destino ‣ Jeito de ver

 

Quando a miséria dá Ibope (Lágrimas de TV)

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A Menina e o Sonho Distante

A pobre menina de pouco mais de cinco anos de idade tinha tantos sonhos quanto as outras meninas de sua idade. Não queria muito, queria apenas uma dessas bonecas que via nas propagandas na velha televisão que repousava no lado esquerdo da casinha de piso de chão batido, tanto mais frio no inverno.

Seus olhinhos brilhavam ao ouvir, nesses programas de TV que ajudavam os pobres, que a vida podia mudar, mas sua vida não parecia ter outras perspectivas. Sua mãe, solitária e doente, não podia fazer muita coisa, nem dar muita coisa, e a pobre menina ajudava nas tarefas da casa: lavando, passando e, às vezes, cozinhando quando a mãe se enfraquecia.

Era triste ver a infância fugir e o brilho nos olhos da menina se apagar. Mas algo mudaria.

Numa dessas histórias que se assemelham a contos de fadas, alguém escreveu para um desses canais que “ajudam” os carentes. E, vestida com sua melhor roupa, ela se apresentou naquele programa, enquanto a suave música de fundo trazia emoção e lágrimas às pessoas que agora também conheciam sua história.

O apresentador, de voz compassiva, contava a história, repetindo os trechos mais marcantes… e, de casa, os telespectadores também compartilhavam o mesmo choro. Segurando ternamente as mãos da menina, o apresentador pediu uma pausa. A audiência estava nas nuvens, e o apresentador, com olhos marejados, chamava o intervalo e, consequentemente, os comerciais…

E, enquanto o canal faturava com os patrocinadores, a cena no auditório não era tão terna nem tão triste…

No início do intervalo, o apresentador soltou friamente a mão da pobre menina, correndo feliz para checar com os auxiliares o sucesso daquele programa. Feliz por saber que estava em primeiro lugar…

Enquanto isso, com a mesma solidão e desilusão do dia a dia, sentada nos degraus do cenário, a menininha não entendia absolutamente nada… Não percebia que estava sendo usada como parte do jogo.

O Menino do Pintinho Piu

A história acima é baseada em fatos, mas uma história que ilustra bem tais programas de TV é a do Menino do Pintinho Piu.

O menino gravou um vídeo despretensioso dublando a música Pintinho Piu. O vídeo viralizou! Tornou-se a sensação da internet. E, por fim, foi descoberto por um desses programas populares.

O apresentador, feliz com a audiência, prometeu que daria suporte à carreira daquele menino. Os telespectadores elogiavam o apresentador: — “Viu como ele se importa com as pessoas?”

Os pais, entusiasmados com a possibilidade de sucesso do filho, venderam todos os bens para investir no sonho e bancar a gravação e divulgação do disco do menino.

Nota: o menino não era um cantor. Não havia possibilidade de dar certo!

Mas o apresentador estava tão entusiasmado…

Pobres pais… Não imaginavam que seriam esquecidos por todos, inclusive pelo apresentador, assim que o programa acabasse — com picos elevadíssimos de audiência.

Mais pobres agora, tentariam voltar ao mesmo programa, com o mesmo apresentador que faria a mesma cena, capitalizando sobre a miséria de uma família que vendeu tudo que tinha para investir na carreira do filho.

As Lágrimas da TV

São histórias tristes, é verdade! Mas a verdade maior é que as pessoas gostam de acreditar em lágrimas de TV. Gostam de acreditar que as lágrimas nos olhos de um apresentador que está preocupado com faturamentos, contratos, carreiras, com tudo — menos com a vida da pessoa no meio do palco.

As pessoas gostam de ser enganadas…

O mundo real é chato. A vida real é muito chata!

Enquanto as câmeras filmam, as lágrimas parecem reais. Mas, quando se apagam, a realidade volta a ser o que sempre foi: cruel para os que vivem dela e lucrativa para os que a exploram.

Leia também: Cultura – Quando o mais fácil é desistir! ‣ Jeito de ver

Casca de banana (Acidentes acontecem…)

Imagem de G.C. por Pixabay

Casca de banana…

Jurei por tudo,
Prometi que jamais iria cair novamente…
Paixão faz sofrer,

Faz chorar…
Nos deixa com cara de bobos,
Nos rouba o sono,

Faz perder noites,
até mesmo sumir o apetite!

***

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Leia também: Versos sem destino ( um conto ) ‣ Jeito de ver

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Você ainda pode sonhar (Acredite!)

Reflexão sobre sonhar e viver

Imagem de Jupi Lu por Pixabay

Você já percebeu que passamos uma boa parte de nosso tempo imaginando, planejando, carregando sonhos que alimentamos por toda a vida? Isso é mais que natural…

Não se trata de fugir da realidade, a nossa mente gosta de viajar.

Às vezes, nos pegamos sozinhos e, de repente, percebemos que a nossa mente nos levou a tempos e lugares incríveis. Visitamos pessoas que estão escondidas nos cantinhos mais ocultos da memória e, às vezes, refazemos velhas experiências.

A difícil tarefa de lidar com um mundo onde tudo se tornou descartável, desde pessoas até a arte, é desgastante. Por isso, as mentes inquietas buscam refúgio em outros horizontes…

Não se preocupe, você não está louco e nem está enlouquecendo… Permita-se sonhar um pouco!

“Ah! Mas enquanto eu ficar sonhando, o tempo passa. E tempo é dinheiro!”, você talvez pense.

Ninguém te disse para passar o dia inteiro sonhando… Disse? (Risos)

Novos planos

Então, vamos lá… Permita-se realizar alguns sonhos, tais como aprender a tocar algum instrumento, cantar, escrever poesias, ler um pouco mais, ou aproveitar a sua família.

Está bem… Mas, se nada disso soar um pouco atraente aos seus ouvidos, pergunte-se: “O que realmente me atrai?”

Se sua resposta não incluir a alegria de quem te ama ou de quem você ama, talvez seja a hora de repensar. E, se nada disso for importante para você, o mundo não vai mudar — vai continuar exatamente o mesmo.

Pois as pessoas não costumam pensar na sociedade como um todo; pensam apenas em si mesmas (a família é pretexto!).

Se a sua resposta for diferente, você não é um mero sonhador. É um legítimo ser humano!

Então, permita-se sonhar, pois é a imaginação que nos ajuda a criar coisas novas e encontrar uma saída. Ainda é tempo:

Você ainda pode sonhar…

Leia também: Ajustando a rota – O caminho e o destino ‣ Jeito de ver

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Ajustando a rota – O caminho e o destino

Motoristas experientes costumam agir automaticamente diante de mudanças de sinal ou sinais de perigo nas rodovias.

Reduzir a velocidade ou mudar a direção pode ser tudo o que separa a segurança do risco.

Às vezes, tomar um caminho diferente é exatamente o que se precisa para chegar ao destino.

Você talvez se pergunte: mudar de direção pode atrasar a chegada ao destino. Compensaria tal sacrifício?

Isso depende das suas prioridades.

As prioridades e o verdadeiro sucesso

***

Quer ler o texto completo? Ele está no livro “Crônicas do Cotidiano – Para Continuar a Estrada”, atualmente em pré-lançamento no Clube dos Autores.

Leia também: A esperança (Poesia de resistência) ‣ Jeito de ver

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TDAH: Desafios e Caminhos para Superação

Imagem de Tumisu por Pixabay

“Aquele que tem um porquê para viver pode suportar quase qualquer como.” – Nietzsche

Escrever textos para um blog, montar e trabalhar edição e composição de música, um monte de livros pra ler, enquanto se trabalha oito horas por dia…

E no final, aquela sensação decepcionante de que não fez o melhor…

Tudo ao mesmo tempo, sem foco definido!

Você talvez diga: – “Ou você é ocupado demais, ou sofre de déficit de atenção… TDAH.”

Talvez, mas o que é TDAH?

Antes de analisar a resposta, saiba que, de acordo com o site www.gov.br, estima-se que entre 5% e 8% da população mundial apresenta Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade.

Nos últimos anos, percebemos que houve uma mudança nos números de portadores desse transtorno… O que isso significa?

É o que vamos entender nesta matéria.

Entendendo o TDAH

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é uma condição neuropsiquiátrica que impacta o comportamento, a capacidade de atenção e a autorregulação.

A capacidade de atenção e a autorregulação são habilidades fundamentais para o desenvolvimento humano, e estão relacionadas a diversos aspectos da vida, como desempenho acadêmico, saúde mental e bem-estar geral.

Geralmente diagnosticado na infância, o TDAH é caracterizado por três traços principais: desatenção, hiperatividade e impulsividade, que variam de pessoa para pessoa.

Essa desatenção se traduz em dificuldades para se concentrar, ser facilmente distraído e ter problemas em finalizar tarefas.

Quanto à hiperatividade, ela se expressa através de uma inquietação constante e uma necessidade incessante de movimentação, enquanto a impulsividade leva a ações precipitadas, sem pensar nas consequências.

Diagnóstico

A psicologia aborda o TDAH considerando fatores biológicos, psicológicos e sociais, além do contexto familiar e social.

Uma análise multidisciplinar é essencial para intervenções que vão de terapias comportamentais a medicamentos, promovendo melhor funcionamento diário.

O diagnóstico segue critérios como persistência dos sintomas por mais de seis meses em diferentes ambientes, como escola e casa, segundo diretrizes da American Psychiatric Association e da Organização Mundial da Saúde.

Conscientização

O aumento de diagnósticos de TDAH nas últimas décadas reflete mudanças nos critérios diagnósticos e maior conscientização sobre o transtorno.

Campanhas de sensibilização e debates públicos ampliaram o reconhecimento dos sinais de TDAH, indicando mais detecção do que um real aumento na incidência.

Pressões sociais e acadêmicas modernas também contribuem para maior atenção aos sintomas, muitas vezes interpretados como um fenômeno recente.

Estudos apontam a importância de analisar cuidadosamente as causas desse aumento, diferenciando entre diagnósticos precisos e avaliações excessivas.

Desafios

Indivíduos com TDAH enfrentam desafios que afetam suas relações pessoais, acadêmicas e profissionais. Em interações sociais, podem ter dificuldades em manter o foco, causando mal-entendidos e isolamento.

No contexto acadêmico, problemas com organização e gerenciamento de tempo impactam o desempenho e podem gerar estigmatização e baixa autoestima.

No trabalho, impulsividade e dificuldade em cumprir prazos podem criar obstáculos, mas muitos indivíduos mostram resiliência e criatividade excepcionais quando suas habilidades são reconhecidas e apoiadas.

Estratégias como comunicação aberta, ajuda profissional e desenvolvimento de habilidades interpessoais ajudam a construir relações significativas e uma vida equilibrada.

Tratamento

O tratamento do TDAH exige uma abordagem multifacetada, incluindo terapias psicológicas, intervenções comportamentais e, em alguns casos, medicamentos.

Terapias como a cognitivo-comportamental ajudam a desenvolver estratégias para lidar com os sintomas, melhorar a organização e a gestão do tempo.

Intervenções comportamentais reforçam comportamentos positivos em ambientes estruturados, enquanto medicamentos estimulantes podem melhorar concentração e reduzir impulsividade, sob supervisão médica.

O suporte contínuo de familiares, educadores e profissionais é vital para fortalecer autoestima e resiliência, encorajando indivíduos a reconhecerem seus pontos fortes.

O TDAH não define a identidade de uma pessoa, e os desafios podem levar a crescimento pessoal e realizações significativas, mostrando que há esperança e possibilidades em todas as circunstâncias.

Há Aspectos Positivos?

Você talvez se pergunte se há aspectos positivos. A resposta é sim. Alistamos algumas abaixo:

  • Muitas pessoas com TDAH têm mentes criativas e abordam problemas de maneiras inovadoras.
  • Quando engajadas em algo que amam, demonstram foco intenso e paixão.
  • Lidar com desafios diários desenvolve adaptabilidade e força emocional.
  • A criatividade, o engajamento e a resiliência são características de pessoas com este tipo de transtorno. São coisas boas, não é verdade?

Estratégias para Viver Bem com TDAH

Alistamos abaixo algumas estratégias:

Autoconhecimento: Entender como o TDAH afeta você ajuda a encontrar estratégias personalizadas.

Rotinas estruturadas: Usar lembretes, calendários e listas pode minimizar distrações.

Terapia e suporte profissional: Terapias como TCC e intervenções específicas ajudam a desenvolver habilidades práticas.

Comunicação aberta: Compartilhar desafios com pessoas próximas reduz julgamentos e promove empatia.

Como afirmou Nietzsche: “Aquele que tem um porquê para viver pode suportar quase qualquer como.”

Leia também: Comportamento de Vítima e Manipulação: Entendendo os Traços de Personalidade

Fonte: Wikipedia

Entre 5% e 8% da população mundial apresenta Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade — Ministério da Saúde

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O tempo ( Contador de histórias)

Imagem de Annette por Pixabay

 

Num dia sem sentido,

me sentei

E o tempo sentou-se ao meu lado.

E a história amou acontecer…

E o tempo adorou contá-la.

 

Gilson Cruz

Veja mais em A esperança (Poesia de resistência) ‣ Jeito de ver

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Motivos… ( Não desistir!)

Um barco em um lago.. Neste poema, a beleza que existe é um motivo para não desistir.

Imagem de Mike Goad por Pixabay

 

Por Gilson Cruz

Olha o céu
vê mais que o azul

Sinta do sol, mais que o calor
– A sensação de viver

Veja nas flores mais que meras cores
sinta a beleza

E no tempo, veja mais que idade, muito mais do que aquilo que já passou
Veja a tua hora, teu espaço.

Perceba nas linhas
muito mais que meras palavras
Tenha uma mensagem.

E nas ações
Muito além das intenções…
Um desejo de bem.

Siga em frente
haverá sempre uma razão
não desista

E se as luzes se apagam, e te esconde a face, sorria… por você

Esteja disposto a não cair
E se cair
tenha disposição de se levantar

Quantas vezes necessário for

Ah! E se apaixone…

Por uma beleza…
Por um motivo…
Por alguém…

E se as coisas não acontecerem
Perdoe
Perdoe sempre…

E tente tudo.

Tudo outra vez.

 

Leia mais em A esperança (Poesia de resistência) ‣ Jeito de ver

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A esperança (Poesia de resistência)

Uma mensagem positiva para o dia.

Imagem de 1195798 por Pixabay

 

Não pare,
ainda há esperança
Não desista…
Ainda existe a luz
e ela resiste

Não se cale…

Este é um trecho da crônica presente no livro
Crônicas do Cotidiano – Um Novo Jeito de Ver
Disponível na Amazon e Clube dos Autores

Gilson Cruz

Leia mais em: O tempo ( Contador de histórias)

-Jeito de ver: Como seria … – Poema de um novo dia. › Jeito de ver

Tuca, o menino (Vida numa poesia)

Tuca,
Menino de raiz africana
de peito aberto ao mundo
e de sonhos

Tuca, o menino
teve um sonho
e ganhou asas
Chegou às nuvens

E das nuvens
Viu o azul no mar
E mergulhou sem medo…
Nadou com os peixes
brincou com as conchas…

Mas, não andou sobre as águas…

Tuca, o menino
Ganhou o mundo
E sofreu…
Lutou,
mas amou.

Daí, sentiu saudades de casa.

E o menino voltou
de novo, às raízes
E descobriu um mundo novo.
E por aqui ficou.

Meu amigo,

O que um poeta faz, além de empregar palavras?

O poeta busca a razão e o sentimento escondidos nas entrelinhas, procura também a vida por trás dos nomes e sutilmente coloca a cada um deles no espaço, para que preencham pensamentos. O verdadeiro sentido estará na imaginação.

Gilson.

Leia mais em O tempo ( Contador de histórias) – Jeito de ver.

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© Gilson da Cruz Chaves – Jeito de Ver Reprodução permitida com créditos ao autor e ao site.