Palmeiras – o colecionador de títulos!

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Imagem de Matthias Groeneveld por Pixabay

O Início

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O Palestra Italia em 1916.

A história da Sociedade Esportiva Palmeiras remonta ao ano de 1914, na cidade de São Paulo, quando um grupo de imigrantes italianos, apaixonados pelo futebol, se reuniu para fundar um clube que representasse sua comunidade.

Assim, no dia 26 de agosto daquele ano, nascia o Palestra Itália, uma homenagem à terra natal da maioria dos fundadores.

Os primeiros anos do clube foram marcados por uma ascensão meteórica no cenário esportivo paulista.

Logo em sua primeira partida oficial, em 24 de janeiro de 1915, o Palestra Itália venceu o Savoia por 2 a 0, sinalizando o início de uma trajetória vitoriosa.

Nos anos seguintes, o clube conquistou uma série de títulos no Campeonato Paulista, consolidando-se como uma das principais potências do estado.

Mudança de Nome

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Escudo oficial do Palmeiras.

No entanto, em 1942, durante a Segunda Guerra Mundial, o Brasil declarou guerra aos países do Eixo, incluindo a Itália, o que levou o governo de Getúlio Vargas a pressionar o clube a mudar seu nome.

Nesse contexto, o Palestra Itália se tornou Sociedade Esportiva Palmeiras, e suas cores oficiais foram alteradas para verde e branco, em substituição ao verde, branco e vermelho originais.

A mudança de nome não afetou o desempenho esportivo do clube, que continuou a colecionar títulos e a atrair uma legião de torcedores.

Durante as décadas de 1950 e 1960, o Palmeiras viveu um de seus períodos mais gloriosos, conquistando títulos importantes, como a Copa Rio de 1951, onde derrotou a Juventus, da Itália, na final.

Na década de 1970, o Palmeiras formou uma equipe lendária conhecida como “Academia”, composta por jogadores como Ademir da Guia, Dudu, Leivinha e César Maluco.

Sob o comando do técnico Oswaldo Brandão, a Academia encantou os torcedores com um futebol ofensivo e habilidoso, conquistando diversos títulos estaduais e nacionais.

Jejum de Títulos e o sucesso

No entanto, o clube enfrentou um longo jejum de títulos entre 1976 e 1993, período marcado por crises financeiras e mudanças frequentes de técnicos.

Foi somente na década de 1990 que o Palmeiras voltou a brilhar, graças a uma parceria de sucesso com a empresa Parmalat.

Com investimentos significativos, o clube montou uma equipe competitiva e conquistou títulos importantes, como a Copa Libertadores de 1999.

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Allianz Parque – Vista aérea. Foto extraída da Wikipedia

Após altos e baixos nas décadas seguintes, o Palmeiras ressurgiu com força no século XXI, conquistando títulos importantes, como a Copa do Brasil de 2012 e o Campeonato Brasileiro de 2016 e 2018.

Em 2014, o clube inaugurou sua moderna casa, a Arena Allianz Parque, que se tornou um símbolo de renovação e modernidade.

Nos últimos anos, o Palmeiras tem se destacado tanto no cenário nacional quanto internacional, conquistando títulos como a Copa Libertadores de 2020 e 2021, além da Recopa Sul-Americana de 2022.

Sob o comando de técnicos como Abel Ferreira, o clube tem demonstrado um futebol ofensivo e envolvente, atraindo a admiração de torcedores e especialistas.

Além das conquistas esportivas, o Palmeiras é homenageado em São Paulo com o “Dia da Sociedade Esportiva Palmeiras”, celebrado em 20 de setembro.

A paixão pelo clube é evidente entre os torcedores, que reverenciam ídolos como Ademir da Guia, César Maluco, Marcos, Dudu e tantos outros que deixaram sua marca na história alviverde.

Dessa forma, a Sociedade Esportiva Palmeiras continua a escrever sua história de glórias e conquistas, emocionando e inspirando gerações de torcedores ao redor do mundo.

Resumo de Títulos:
  • 1 Copa Rio (Torneio Internacional de Clubes Campeões): 1951;
  • 3 Conmebol Libertadores: 1999, 2020 e 2021;
  • 12 Campeonatos Brasileiros: 1960, 1967, 1967 (Taça Brasil), 1969 1972, 1973, 1993, 1994, 2016, 2018, 2022 e 2023;
  • 2 Campeonatos Brasileiros Série B: 2003 e 2013;
  • 4 Copas do Brasil: 1998, 2012, 2015 e 2020;
  • 1 Copa dos Campeões: 2000;
  • 1 Supercopa do Brasil: 2023;
  • 25 Campeonatos Paulistas: 1920, 1926, 1927, 1932, 1933, 1934, 1936, 1940, 1942, 1944, 1947, 1950, 1959, 1963, 1966, 1972, 1974, 1976, 1993, 1994, 1996, 2008, 2020, 2022 e 2023;
  • 5 Torneios Rio-São Paulo: 1933, 1951, 1965, 1993 e 2000.

Muito mais poderia ser dito e ainda muito mais será escrito, na história deste time que se organizou para seguir vencendo.

Palmeiras sempre será um colecionador de títulos!

Leia também: Vamos falar do Corinthians! – O Time da Fiel. ‣ Jeito de ver

Fonte:

Sociedade Esportiva Palmeiras – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

Vamos falar do Corinthians! – O Time da Fiel.

Escudo do Corínthians

Pinterest

Imagem de LAILTON ARAÚJO por Pixabay

 

Que time seria capaz de abandonar um Campeonato em protesto ao desrespeito à classe trabalhadora e ainda por cima, ter uma torcida literalmente “Fiel”?

Vamos à história:

O Corinthians teve o seu início em uma época em que os principais clubes eram formados por pessoas que faziam parte das elites, enquanto a classe baixa, excluída devido à divisão econômica, jogava apenas futebol de várzea.

Um grupo de cinco trabalhadores da Estrada de Ferro, sendo eles Joaquim Ambrósio, Antonio Pereira, Rafael Perrone, Anselmo Correia e Carlos Silva, no dia 31 de agosto de 1910, cogitou formar um time, após assistirem a uma partida de um time que estava em excursão pelo Brasil.

Palco do Corínthians.

Imagem de LAILTON ARAÚJO por Pixabay

O time em excursão era o Corinthian’s Football Club, de Londres (1882-1939).

Marcaram uma reunião para o primeiro dia de setembro do mesmo ano, com participação do público, na Rua José Paulino, às 8:30 da noite. Os cinco trabalhadores e os vizinhos do Bom Retiro.

Naquela noite, foi fundado o Clube e eleito o primeiro presidente: Miguel Bataglia.

Primeiras partidas e campeonatos

O primeiro campo utilizado pelo novo time seria um terreno baldio, propriedade de um vendedor de lenha, do qual ganhou o apelido “Campo do Lenheiro”.

A primeira partida foi marcada para o dia 10 de setembro, o adversário seria o União da Lapa, um time amador. O resultado: perdeu por 1X0.

Voltaria a jogar no dia 14, desta vez contra o Estrela Polar. Luis Fabi faria o primeiro gol e o time conquistaria sua primeira vitória: 2X0.

O futuro Timão se preparava para ingressar na Liga Paulista, o que ocorreu em 1913. Em 1914, ganhou o primeiro título. O segundo veio dois anos depois.

Em 1922, como campeão paulista, disputou o torneio interestadual com o campeão carioca daquele ano, o América – venceu e entrou para a galeria dos grandes clubes do Brasil.

Em janeiro de 1918, deu-se a inauguração do primeiro campo oficial, a Ponte Grande.

Situado às margens do Rio Tietê, foi sede das partidas do Timão até 1927, quando foi doado ao São Bento, após a construção do seu primeiro estádio.

Foi três vezes campeão no fim da década de 1920, de 1928 a 1930 e novamente no final da década seguinte.

Em 1926, comprou do Esporte Clube Sírio o Parque São Jorge, no bairro Tatuapé.

A reinauguração deu-se num amistoso contra o América, do Rio de Janeiro. O estádio é apelidado de Fazendinha, apesar do nome oficial ser Alfredo Schürs. Desde 1997, é a casa da equipe profissional de futebol feminino do Corinthians.

Jejum de títulos e campeão novamente

Na década seguinte, enfrentou muitas dificuldades e ganhou apenas em 1941 e novamente em 1951.

Venceu novamente os Paulistas de 1952 a 1954, sendo tricampeão do torneio Rio-São Paulo, nos anos 1950, 1953 e 1954.

A estiagem de títulos chegou depois de 1953. Esta fase foi marcada pela tragédia que ocasionou a perda de dois belos jogadores, num acidente de carro: Lidu e Eduardo.

Tal período de seca de títulos só foi encerrado em 1977, após 23 anos, quando 86 mil torcedores lotaram o Pacaembu, presenciando a vitória sobre a Ponte Preta, por 1X0.

A geração dos anos 70 e 80 foi marcada pela presença de gênios como Rivelino, no início da década (o maior de todos!), Sócrates, Wladimir, Casagrande e o folclórico Biro Biro (que era melhor até que o Maradona!).

O Pacaembu, fundado em 1940, tornou-se palco de grandes exibições do time do Parque São Jorge, como o título da Libertadores sobre o Boca Juniors, da Argentina, em 4 de julho de 2012.

Grandes rivalidades:

O maior rival: Palmeiras.

A rivalidade com o Palmeiras começou supostamente quando italianos, ex-sócios do Corinthians, fundaram o Palestra em 26/08/1914.

Há o rival do clássico conhecido como “O Majestoso”, contra o São Paulo, o clássico Alvinegro contra o Santos e mais clássicos nacionais, em que o time, cujo mosqueteiro é o mascote, enfrenta com a garra e a determinação costumeira.

Apesar de ser uma das mais belas e marcantes torcidas, a apaixonada torcida do Corinthians também se envolveu em episódios de violência, o que de certo modo desvirtua o seu próprio objetivo e o objetivo do futebol.

O resumo de uma história de conquistas:

Em 113 anos de uma bela história, os títulos:

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. 2 Mundiais de Clubes da FIFA – 2000 e 2012

. 1 CONMEBOL Libertadores – 2012

. 1 Recopa Sul-Americana – 2013

. 7 Campeonatos Brasileiros – 1990, 1998, 1999, 2005, 2011, 2015 e 2017

. 3 Copas do Brasil – 1995, 2002 e 2009

. 1 Campeonato Brasileiro Série B – 2008

. 1 Supercopa do Brasil – 1991

. 5 Torneios Rio-São Paulo – 1950, 1953, 1954, 1966 e 2002

. 2 Taças dos Campeões Rio-São Paulo – 1929 e 1941

. 1 Taça Estado de São Paulo – 1962

30 Campeonatos Paulistas – 1914, 1916, 1922, 1923, 1924, 1928, 1929, 1930, 1937, 1938, 1939, 1941, 1951, 1952, 1954, 1977, 1979, 1982, 1983, 1988, 1995, 1997, 1999, 2001, 2003, 2009, 2013, 2017, 2018 e 2019. – Títulos do Corinthians: veja lista de conquistas do clube | corinthians | ge (globo.com)

O Corinthians nasceu e cresceu superando dificuldades, o que talvez defina a sua alma guerreira.

Será sempre uma equipe combativa, resiliente, que ostentará sempre, como um título, uma das maiores e mais belas torcidas do futebol brasileiro.

Fonte: Sport Club Corinthians Paulista – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

Leia o pequeno conto: O goleiro que pegava até pensamentos! ‣ Jeito de ver

 

A hora e a vez de Dhan Nascimento

 

 

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Show Réveillon 2014

 

 

“Acompanho o Dhan desde os tempos em que ele era o vocalista principal do Rasta Roots, uma banda que fazia covers de Reggae em Iaçu, Bahia. Ele emanava boas energias, transbordava carisma e a sua voz evoluiu muito com o tempo”. – Nilson Muller

Conhecendo Iaçu, na Bahia

Daniel, ou Dhan Nascimento, como é conhecido na cidade em que atua profissionalmente, é natural de Itaberaba, Bahia, cidade conhecida pelo progresso cultural e pela divulgação de seus jovens talentos. Reside na cidade de Iaçu,cidade conhecida pela beleza do Rio Paraguaçu e por sua atuação histórica durante o regime ditatorial que governou o Brasil entre os anos 1964 e 1985.

Durante muitos anos, a produção de abóbora desempenhou um papel fundamental na economia local, sendo uma das principais culturas do município.

Situada às margens do Rio Paraguaçu, a cidade tem grande potencial para crescimento. Porém, há ainda a necessidade de projetos que visem diminuir o êxodo de jovens para maiores centros. Por falta de oportunidade profissional, muitos jovens migram para cidades maiores. Para reverter esse cenário, é crucial desenvolver oportunidades profissionais locais e criar um ambiente propício para o crescimento econômico.

Atrair investimentos privados poderia impulsionar a economia local, assim como fez o município de Castro Alves com uma grande fábrica de calçados e a fábrica de ração, que servem de impulso e âncora para mão de obra local – mais de 300 famílias foram beneficiadas.

Os maiores empregadores em Iaçu são comerciantes, donos de supermercados, farmácias, lojas, padarias, bares e lanchonetes. Outros empregadores são do serviço público e uma empresa de logística. Muitos têm seu primeiro emprego em pequenos estabelecimentos e isso contribui também para a economia do município. Alguns desses comerciantes apoiam a expansão da cultura promovendo apresentações de talentos locais nos finais de semana. Assim como as águas do Rio Paraguaçu no período das cheias, a cidade transborda de novos talentos.

Conhecendo Dhan Nascimento

Neste post, Dhan Nascimento, será o nosso foco.

Dhan iniciou a sua carreira em meados dos anos 2011, sendo o vocal principal do Projeto Rasta Roots, Banda que especializada em covers de Reggae que iam desde Edson Gomes, Sine Calmon à Bob Marley and The Wailers.

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Foto Show dos Rasta Roots

O projeto durou aproximado de dez anos, com a banda em sua formação original. Neste período foram gravados alguns CD’s das apresentações ao vivo da Banda. Os shows eram marcados pela energia e o dinamismo do Reggae, a alegria do público que participava nos passos cadenciados impulsionados pela melodia bem executada do ritmo que veio da Jamaica, uma das ilhas do Caribe.

A falta de oportunidades para divulgação do trabalho e a impossibilidade de conciliação com os novos projetos dos membros da equipe levaram ao fim da Banda.

Se redescobrindo num “novo estilo”

Em 2019, ele concentrou o seu trabalho em músicas românticas, no estilo conhecido como Arrocha Sertanejo. No mesmo ano, gravou o seu primeiro CD entitulado “Pra falar de amor”. Os trabalhos de edição e mixagem foram realizados pela Edson Gravações Som!!!, em Itaberaba, Bahia.

A divulgação se deu por meio de shows e contribuições em shows de outros artistas.

Esses shows renderam a gravação de um trabalho ao Vivo, em 2020.

O segundo trabalho em Estúdio, “Pra recordar, traz em sua essência grandes sucessos das décadas de 1980 e 1990, adaptados ao ritmo Arrocha Sertanejo.

Em 2022, a escassez de shows depois do período de pandemia mundial da COVID-19 e a necessidade de organizar um novo repertório, exigiram de Dhan Nascimento pausa no trabalho, para no ano seguinte, 2023, retornar com um projeto desafiador: Lançar um CD agora apenas de músicas autorais.

Inicialmente, Dhan investiu na gravação de um EP com quatro músicas de trabalho, saindo em sequencia a gravação de um CD completamente autoral, cujo título é “Pra maltratar os corações, Com amor lembro, choro e bebo”.

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Primeiro trabalho completamente autoral

Os trabalhos de gravação edição e mixagem foram realizados no Estúdio Isaías Gravações, em Iaçu.

Suas apresentações conservam a mesma energia dos tempos do Reggae, numa bela interação entre músico/público.

São cinco álbuns ao longo da carreira, trabalhos em estúdio e um ao vivo, em que mescla músicas autorais e covers de diversos artistas do gênero.

 

Leia também Onde as flores não florescem ‣ Jeito de ver

Conheça mais o trabalho do Dhan, no Spotify.

 

Itaberaba -Uma pedra que brilha!

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Imagem de MARCIA RODRIGUES por Pixabay

À distância, as luzes pareciam estrelas que descansavam sobre a terra.

E ao passo que me aproximava,

percebia que o verdadeiro brilho

não era originário das estrelas.

Vinha também das pessoas que passavam na pressa de seus dias,

mas não esqueciam o riso em casa ou no trabalho…

Pessoas que sonhavam numa rara tarde fresca de domingo,

visitar a praça do Rosário para ouvir e contar histórias.

Saber da antiga feira e as origens do Rosarinho…

E quando a noite chegasse,

procurar o brilho que emanava distante.

Bem além dos morros, dos ares.

O brilho distante, de Itaberaba…

Como esmeraldas verdes,

ou como o colar na Terra

de apenas uma só pedra.

Uma pedra que brilha…”

Gilson Cruz

UM POUCO DE HISTÓRIA

“A história de Itaberaba remonta à Capitania de Todos os Santos nos anos 1535-1548.

Em 1768, as terras foram adquiridas por aventureiros após a venda pelos sucessores do Senhor João Peixoto Veigas.

Em 1806, Antônio de Figueiredo Mascarenhas comprou uma fazenda, onde construiu uma capela central dedicada a Nossa Senhora do Rosário.

Ao redor dessa capela, surgiu um núcleo de moradores que, em 1817, passou a ser conhecido como Orobó.

O povoado cresceu e foi reconhecido como Freguesia e Distrito de Paz de Nossa Senhora do Orobó. Em 1877, o município alcançou o status de Vila do Orobó, obtendo autonomia político-administrativa com a instalação da primeira Câmara em 30 de junho. Finalmente, em 1897, duas décadas após sua emancipação, foi elevada à categoria de cidade.”

Curiosidades: Orobó é uma árvore, mesmo que “Oribi”, a palavra também significa bumbum, ouro etc.

Saiba mais. IBGE | Cidades@ | Bahia | Itaberaba | História & Fotos

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Antiga Praça do Rosário – Extraída do Site Cultura Patrimonial

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Gilmar Fotografias & História LTDA.

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Gilmar – Fotografias & História LTDA.

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A velha praça (um texto para te lembrar!) ‣ Jeito de ver

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O Mundo Pequeno de Mundinho – um conto

A comovente história de um menino, o Mundinho e seu pequeno mundo.

Imagem de Charles Nambasi por Pixabay

Memórias de Infância

Sabe aquelas histórias que só acontecem na infância e que você jamais esquece? Muitos anos se passaram, e hoje, a minha mente cansada se confunde sobre o que foi real e o que foi imaginado, na busca de um sentido.

Lembrei hoje de uma velha amizade… velha como o tempo.

Na minha infância, não conheci ninguém tão arisco quanto o Mundinho. O moleque era desconfiado. Ninguém sabia ao certo se isso se devia aos pais, que não eram lá muito dados ao diálogo, ou ao uso inovador do chinelo e do cipó das folhas de araçá, que costumavam soar como tambores nas pernas e costas do menino ao menor sinal de travessura.

Eles eram pessoas horríveis!

“Ah! Mas, naqueles dias, todos os pais eram meio carrascos”, você talvez argumente. Era comum, mas não precisavam ser assim.

***

Quer ler o texto completo? Ele está no livro “Crônicas do Cotidiano – Para Continuar a Estrada”, atualmente em pré-lançamento no Clube dos Autores.


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© Gilson da Cruz Chaves – Jeito de Ver Reprodução permitida com créditos ao autor e ao site.