Há textos que não nascem para explicar o mundo. Nascem para acompanhar.
Pensamentos soltos… entre crônicas e versos é um livro feito de memórias, cidades pequenas, silêncios longos, cenas do cotidiano e versos que surgem sem pressa. Um conjunto de crônicas, poemas e reflexões que caminham entre o que foi vivido, o que ficou na lembrança — e aquilo que, às vezes, só foi sentido.
As histórias passam por ruas, praças, varandas, estações, pessoas comuns e momentos que parecem simples, mas que carregam uma grande carga de humanidade. Há nostalgia, humor discreto, crítica, afeto e, sobretudo, a tentativa de registrar aquilo que o tempo costuma levar sem pedir licença.
Este livro não pretende ensinar, convencer ou impressionar. Apenas compartilhar.
A publicação está sendo disponibilizada gratuitamente, como forma de manter viva a ideia de que a palavra ainda pode circular livre, encontrar leitores sem pressa e permanecer onde fizer sentido.
Se você gosta de textos que caminham entre a crônica e a poesia, que valorizam a simplicidade da linguagem e o olhar atento para o cotidiano, talvez encontre aqui alguma companhia.
Fragmentos: quando a memória insiste em permanecer
Há histórias que não gritam. Elas sussurram.
Fragmentos nasce desse lugar silencioso onde a memória começa a falhar, mas o amor insiste em ficar.
É um livro construído a partir de lembranças simples: a casa da infância, a música, os amigos, o trabalho, a família, os pequenos objetos que guardam grandes histórias.
Ao acompanhar a trajetória de Manoel, o leitor percorre uma vida comum — e exatamente por isso profundamente humana.
Entre perdas, sonhos adiados, afetos e silêncios, a narrativa conduz a uma reflexão delicada sobre identidade, tempo e o medo de esquecer quem somos.
O tema do Alzheimer atravessa a obra com respeito e sensibilidade, sem dramatizações excessivas.
Aqui, a doença não é apenas ausência, mas também presença: de carinho, de cuidado, de memórias que resistem mesmo quando as palavras falham.
Escrito em uma linguagem simples e acessível, Fragmentos foi pensado para todos os leitores — dos mais jovens aos mais velhos.
Um convida a revisitar as próprias lembranças, a valorizar os gestos cotidianos e a reconhecer o amor que permanece, mesmo quando tudo parece se apagar.
Este texto não intenciona ser “Sonho de Uma Noite de Verão” de Shakespeare, mas confesso que algo me fez sonhar, nesta noite quente deste quase verão do nordeste.
Aceitei o convite e fui assistir à apresentação das crianças do Projeto Tudo por um Sorriso, na sexta-feira, 19 de dezembro de 2025.
O cansaço do dia me pedia para ficar em casa, mas quando o assunto é cultura, ele pode esperar…
O tema seria uma apresentação de balé, do musical “A Bela e a Fera”.
O ambiente
As pessoas se aglomeravam entre risos e o orgulho de ver filhos e parentes se apresentando.
Apesar do calor da cidade de Iaçu, o calor humano, como mágica, fez com que aquele ambiente se tornasse o mais agradável possível.
Enfim, o locutor fez a chamada e tentei me acomodar nas cadeiras que pareciam dizer:”Hey, aqui é o seu lugar…”
O cenário
Sentado, observei com atenção o cenário…
A escada da mansão daquele príncipe: egoísta, narcisista, que foi punido com a aparência de uma fera, para aprender o valor de um amor sincero.
A conhecida história
A história é conhecida, é verdade… Nestes tempos de revisionismo, alguns contestam o poder salvador do amor de alguém, é verdade, mas permita-me sonhar… Ainda acredito que, se o amor não pode transformar-nos, pode ao menos despertar nas pessoas aquilo que elas têm de melhor… E todos têm algo de melhor!
O entusiasmo e a ansiedade
Crianças e adolescentes encenavam com uma paixão e uma certa ansiedade; cada passinho ensaiado com atenção. E a cada passinho que davam, confesso novamente que sentia um certo aperto no coração e compartilhava a mesma emoção de estar vivendo aquele momento.
Algo me lembrou os tempos em que tentei me aventurar naquelas bandinhas de rock adolescentes…
As cenas mudavam a cada movimento e os bailarinos entregavam mais do que apenas passos de balé… entregavam alma, história.
História de famílias que acreditam no potencial dos filhos, mesmo quando a cidade não parece criar espaços para novos movimentos.
E principalmente a história de uma equipe que acredita no poder da arte não apenas como transformador, mas como mantenedor de esperanças e expectativas sóbrias – quando os coraçõezinhos insistem em sonhar com as nuvens de além.
Sonhos de Verão
Mas, é quase verão. Permitam-se sonhar além dos pequenos palcos de clubes no interior, sonhem com novas ribaltas, em que além de rostos de pais e amigos orgulhosos— estranhos também se encantem com essa vontade e este desejo de alcançar um sonho. Isso também é amor.
E, de certo modo, nos mantém vivos – ativos, nos transforma – nos faz melhores humanos!
Reflexões ao fim da sessão
Aplausos mais que merecidos…
Enfim, a apresentação chegou ao fim. Aplausos mais que merecidos, e enquanto contava os passos que me levaram até a minha casa, algo insistia em minha mente:
“Quem me proporcionou uma noite tão bela? Pensei nos bastidores, nos ensaios… principalmente naqueles por detrás das cortinas.
“Muitas vezes, aqueles que fazem o mundo girar não são percebidos.
“A emoção desta noite de verão foi proporcionada por alguém que pensou na arte como um legado eterno, por uma equipe que se empenhou em tornar possível um corpo de balé, dançando valsas de 3 e 4 compassos, num século de canções, muitas vezes, sem melodia”.
A equipe do “Tudo por um Sorriso”. E a eles, os meus sinceros agradecimentos e parabéns… Pelos sonhos desta noite de verão
Lidar com o Alzheimer é sempre uma experiência desafiadora — para quem vive e para quem acompanha. É justamente essa experiência que ganha voz em Fragmentos – Um Romance-Memória.
Fragmentos: um olhar sensível sobre memória, afeto e o tempo que escapa
Fragmentos é o novo livro de Gilson Cruz Chaves, uma obra que reúne relatos marcados pela luta silenciosa contra o esquecimento.
Com linguagem simples e sensível, o autor conduz o leitor por episódios em que memória, família e identidade se entrelaçam, revelando a força dos pequenos gestos que permanecem mesmo quando a lembrança falha.
A narrativa percorre momentos íntimos e cotidianos, costurando lembranças, lapsos e afeições com delicadeza.
Cada capítulo funciona como um pedaço de vida — às vezes duro, às vezes luminoso — que convida o leitor a refletir sobre o que realmente sustenta nossas histórias.
Sem exageros ou dramatizações, Fragmentos apresenta uma visão humana e acessível do tema, aproximando quem lê de situações que muitas famílias conhecem bem. É um livro que fala ao coração, mas também abre espaço para refletir sobre o papel da memória na construção de quem somos.
Para quem acompanha o blog Jeito de Ver, esta nova obra dá continuidade ao olhar atento do autor sobre o cotidiano: simples, afetivo e profundamente real.
Silocimol: o imã de R$ 450 que prometia curar até a alma
(e por que você não precisa dele)
Eu confesso: por um segundo, quase acreditei. Uma conhecida me enviou um áudio de quatro minutos — daqueles cheios de entusiasmo e nenhuma pausa para respirar — dizendo que o tal “Silocimol” era o milagre científico dos últimos cinquenta anos.
Segundo ela, o negócio regenerava cartilagem, revertia osteoporose, curava dor articular e ainda “doava elétrons” para as células. Tudo isso por módicos R$ 390 a R$ 520, dependendo do kit e da coragem do comprador.
Pedi estudos. A resposta veio com a delicadeza de um tapa: — “Ah, você é do contra… minha tia melhorou 100% da artrose.”
Insisti. Mandaram um PDF de 2014. Uma suposta experiência com ratos.
Observei que os testes não eram revisados por terceiros, independentes.
Foi aí que comecei a pesquisar — de verdade — e descobri que, entre tantas promessas mágicas que rondam o Brasil, o Silocimol segue firme como um dos maiores casos de marketing pseudocientífico ainda em circulação em 2025.
O que é o Silocimol, afinal?
Não é suplemento. Não é silício orgânico. Não é tecnologia avançada.
É um aparelhinho plástico com dois ímãs.
Você encaixa na garrafa de 20 litros ou na jarra da cozinha.
A promessa é que a água passa por ali, os “clusters” se quebram, ela fica “hexagonal”, mais leve, mais pura, mais poderosa… e, como se fosse pouco, ainda cura tudo.
Pena que não funciona.
A “ciência” usada para justificar isso
O único estudo citado é de Geraldo Balieiro (2014–2015), usando água magnetizada em ratos que, supostamente, ganharam densidade óssea.
Detalhes que convenientemente somem dos panfletos:
O estudo foi, provavelmente, financiado pela própria empresa Timol (poucos dados disponíveis)
Nunca foi replicado em humanos.
Nunca publicado em revista científica séria, só apresentado em congressos.
E quando olhamos para o que realmente importa — revisões sistemáticas recentes (2023–2025) sobre água magnetizada — o resultado é um silêncio absoluto: zero evidência confiável para qualquer benefício real.
E mais: a própria física já resolveu essa questão há décadas. Campos magnéticos fracos, como os desses ímãs domésticos, não têm força para alterar a água de modo permanente. Isso é consenso desde os anos 90.
Silício orgânico é outra coisa
A confusão intencional começa aqui.
Vendedores misturam tudo, jurando que o Silocimol “gera silício orgânico” na água. Não gera. É mentira.
O silício orgânico de verdade — aquele que aparece em Exsynutriment, Nutricolin, BioSil, SiliciuMax — tem alguma evidência modesta para:
melhora discreta da pele, cabelo e unhas;
pequeno impacto em marcadores ósseos.
Mas nada miraculoso. E, para a maioria das pessoas, a ingestão normal já basta: água mineral, aveia, banana, cerveja. Suplementar só faz sentido em casos específicos e com orientação.
E o que diz a lei?
O Sylocimol vive em seu habitat natural: a zona cinzenta.
Não é alimento → escapa das regras de suplementos.
Não é dispositivo médico → escapa da Anvisa.
Mas promete cura → cai como uma luva na definição de propaganda enganosa (art. 37, CDC).
Histórico simpático com a Anvisa:
2014 – Suspensão total da fabricação e venda.
2016 – Proibição de propaganda por alegações terapêuticas falsas.
2022 – Nova proibição de publicidade, incluindo o “mineralizador” Top H+.
A jogada agora é dizer que “não cura nada”, que “só melhora a qualidade da água”. E deixam para os revendedores a parte suja: prometer cura nos grupos de WhatsApp. É aí que mora o crime.
O negócio por trás do milagre
Estrutura clássica de marketing multinível:
custo real de produção: R$ 30–50;
revenda por R$ 390–520;
comissão gorda de 30–50% + bônus por recrutamento.
Resultado? Quem vende muito ganha muito. Quem compra… fica com um ímã caro decorando o galão.
Conclusão honesta
Você não precisa do Silocimol — nem da versão turbinada, nem da versão “premium”.
Se quiser silício orgânico real, compre de farmácia de manipulação, por R$ 80–140, e com orientação profissional.
Se tem osteoporose ou artrose, o caminho continua sendo o que funciona:
cálcio
vitamina D
bifosfonatos/denosumabe
exercício físico
fisioterapia
E, claro: denuncie sempre que alguém prometer cura milagrosa. Prints → Anvisa ou consumidor.gov.br. Cada denúncia cria um tropeço no caminho deles.
“-Eu quase paguei R$ 450 num imã de geladeira fantasiado de laboratório” disse uma cliente, que preferiu não se identificar. Você não precisa repetir a cena.
E para quem continuar dizendo que “a ciência esconde o silício” — envie este texto. As tias do WhatsApp… que Deus as ajude (nota de fé). Elas vão precisar.
Antes de ceder ao impulso ou desespero de comprar qualquer coisa peça tempo para pesquisar. Muitos espertos ficam ricos às custas de pessoas mal informadas.
Pesquise sempre.
Lembre a decisão de comprar é sua… mas, não espere milagres!
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Um experimento sobre conteúdo reflexivo nas redes sociais
Com a chegada da data de encerramento das atividades do nosso blog cultural Jeito de Ver -História e Cultura decidi uma nova experiência.
O nosso site prioriza a cultura e as reflexões.
Durante algumas semanas, decidi testar uma hipótese simples: conteúdo reflexivo tem espaço nas redes sociais?
Postei os mesmos textos — sobre paternidade, solidão, música, filosofia — no TikTok e no Kwai. O que descobri foi revelador, preocupante e, no fim, libertador.
O Experimento
Decidi postar vídeos com textos reflexivos em ambas as plataformas, nas mesmas condições, e comparar resultados.
Usei os seguintes textos;
“E então nasceu uma menina” (sobre paternidade inesperada)
A meta inicial era alcançar 1.000 visualizações em 30 dias.
E por fim, me desdobrando em mil partes entre trabalho secular, pesquisas e a mais nova experiência… encontrei a resposta.
Os Números
TikTok
Paternidade: 127 visualizações (3 dias)
Solidão: 119 visualizações (4 dias)
Padrão: Todos os vídeos travavam entre 119-127 views
Engajamento: Baixíssimo
Conclusão: O algoritmo simplesmente não distribui conteúdo reflexivo
Kwai
Paternidade: 1.032 visualizações (24 horas)
Solidão: 1.042 visualizações (24 horas)
Padrão: Consistentemente ~1.000 views nas primeiras 24h
Engajamento: 130 curtidas (19,2% de taxa)
Meta: Alcançada em 1 dia (esperava 30)
Proporção: Kwai performou aproximadamente 8x melhor que TikTok.
Você talvez diga: os números da segunda plataforma são bem superiores ao da primeira, não é verdade?
Mas, vamos aos fatos:
A Descoberta Incômoda: Bots
Ao analisar as notificações do Kwai, percebi padrões suspeitos:
Sinais de comportamento automatizado:
Nomes como “theusg10”, “mlqq184”, “Osas578”, “tavvsq”
Perfis com fotos genéricas ou vazias
Apenas curtidas/compartilhamentos (nunca comentários específicos)
Horários espaçados mecanicamente
Estimativa conservadora: 60-80% das visualizações no Kwai eram bots.
Realidade ajustada:
Kwai: ~1.000 views → 300-400 humanos reais
TikTok: ~120 views → 100-120 humanos reais
Mesmo descontando bots, o Kwai ainda alcançava 3-4x mais pessoas reais. Isso é um fato!
Os Comentários (Poucos, Mas Reveladores)
Entre centenas de curtidas robóticas, alguns comentários genuínos apareceram:
Sobre paternidade:
“me arrependi da minha rejeição mas é difícil” ( se não for real, é um bot bem sentimental! – risos)
Sobre solidão:
“Os outros dizem que eu sou forte, só eu sei que eu tenho que passar”( esse apesar de parecer real, parece um bot bem resiliente!)
Esses momentos — raros, vulneráveis, humanos ou bots bem sentimentais — provavam que o conteúdo tocava quem realmente assistia.
Mas eram gotas no oceano de interações falsas.
Gotas incertas em um oceano real.
O Ambiente Tóxico
Além dos bots, percebi algo mais perturbador:
Kwai e TikTok são dominados por:
Fake news massivas (impulsionadas por bots partidários)
Discurso de ódio normalizado
Insinuações pornográficas disfarçadas
Polarização extrema (impossível ter diálogo com nuance)
Analfabetismo funcional (incapacidade de interpretar contexto)
Vamos ao passo três do Experimento;
Caso concreto: A Mecânica da Manipulação
Este episódio recente ilustra perfeitamente como funciona esse ecossistema tóxico.
O contexto:
O presidente, ao abordar o tema do tráfico de drogas, tentou argumentar sobre a relação entre consumo e mercado ilegal.
A fala foi mal articulada — como tantas declarações presidenciais ao longo da história brasileira — e rapidamente virou munição política.
A extrema direita investiu pesadamente em bots para amplificar e distorcer a declaração, transformando um erro de comunicação em trending topic manipulado.
Minha tentativa de diálogo:
Comentei em um dos perfis que exploravam o tema: “Presidentes brasileiros costumam dar declarações infelizes. Lembram quando outro presidente, durante a pandemia, ao ser questionado sobre o número de mortos, respondeu que não podia fazer nada porque ‘não era coveiro’?”
Meu ponto era simples e apartidário: todos os presidentes, independente de espectro político, cometem gafes públicas. Não estava defendendo nem atacando — estava pedindo coerência crítica e contexto histórico.
A reação:
Grupo 1 (partidários de extrema-direita): Interpretaram minha comparação como “defesa” do presidente atual. Ataques imediatos, sem leitura atenta.
Grupo 2 (analfabetos funcionais): Não entenderam a analogia. “Por que você está falando de coveiro?” — Incapacidade de conectar dois momentos históricos semelhantes.
Grupo 3 (bots): Amplificaram automaticamente qualquer comentário que gerasse indignação, independente do conteúdo.
Grupo 4 (pensadores — raríssimos): Silêncio. Minorias racionais não fazem barulho em ambiente de guerra algorítmica.
O que isso revelou:
Ninguém quis entender. Todos queriam lacrar.
O mundo dos algoritmos não há espaço para:
Comparações históricas (exigem memória)
Pensamento crítico equilibrado (não serve à polarização)
Nuance (algoritmos premiam preto-e-branco)
Diálogo (só existem trincheiras)
A mecânica da manipulação ficou clara:
Declaração polêmica (real ou distorcida)
Investimento em bots (milhares de perfis falsos repetem narrativa)
Kwai infla artificialmente (bots + sistema de recompensas)
Ambas priorizam viralidade sobre qualidade
Ambas são mercenárias (não há lealdade, gratidão ou memória)
4. Há outro caminho
Livros (permanentes, tangíveis, dignos)
Leitores de livro ≠ usuários de TikTok
Qualidade > quantidade
Paz mental > números inflados
A Decisão
Decidi desinstalar e abandonar definitivamente os aplicativos da experiência.
Vou deixar os vídeos postados — como garrafas lançadas ao mar. Quem se perder naquele caos e tropeçar numa reflexão, talvez encontre algo que o ajude a crescer.
Apenas desinstalarei os aplicativos.
Não com raiva. Não com frustração.
Com clareza.
Com a certeza de que a experiência valeu a pena.
Conclusão
Há sempre algo a aprender. E…
Sobre redes sociais:
São ferramentas, não comunidades
Algoritmos premiam o pior da humanidade
Números são ilusões (bots, manipulação, efemeridade)
✍️ Segundo livro:Crônicas do Cotidiano: Para Continuar a Estrada (Sobre as mudanças que precisamos aceitar para continuar vivendo com qualidade)
🌐 Encerramento do site: Com dignidade, preservando memória cultural local, mas removendo contos e reflexões pessoais (que serão exclusivas do livro)
📖 Legado: Obra permanente, não posts efêmeros
Mensagem Final
Se você está lendo isso, provavelmente se pergunta a mesma coisa que eu me perguntei:
“Meu trabalho tem valor nesse mundo digital caótico?”
Resposta: Sim. Mas talvez não onde você está procurando.
Não desista do conteúdo. Desista da plataforma errada.
Não brigue com algoritmos. Construa algo permanente.
Não se contamine com toxicidade. Preserve sua paz.
A estrada é longa. Para continuar nela, às vezes precisamos mudar de caminho.
Gilson Cruz Autor de “Crônicas do Cotidiano” Iaçu, Bahia 2025
Nota técnica
Dados do experimento completo:
Métrica
TikTok
Kwai
Proporção
Views médias
120
1.000+
8,3x
Humanos reais (estimado)
100-120
300-400
3-4x
Bots (estimado)
10-20%
60-80%
—
Comentários genuínos
0-1
2-3
—
Taxa engajamento real
<5%
10-15%
—
Custo emocional
Médio
Alto
—
Sustentabilidade
Não
Não
—
Conclusão científica: Conteúdo reflexivo alcança mais pessoas no Kwai, mas ambiente tóxico e inflação por bots tornam ambas plataformas inadequadas para trabalho sério de longo prazo.
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Há perguntas que só o amor sabe responder. Escrevi este poema para minha sobrinha Carol, tentando mostrar que o amor e a ternura que tanto buscamos no mundo, muitas vezes, já habitam dentro de nós. É um convite à delicadeza, à coragem de sonhar e à confiança no próprio caminho — mesmo quando ele parece longo.
Porque, no fim, o amor mais bonito não se encontra: ele acontece, suavemente, no nosso jeito de ser.
POEMA PARA CAROL
Se você me perguntasse
Onde se esconde o amor mais lindo
E a ternura mais bela do mundo
Eu responderia…
Não está tão distante
quanto o vento frio faz parecer
Nem tão perto
que não se exija um porção de esforço…
Mas principalmente,
te mostraria um caminho…
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Quando falamos em “favela” imaginamos um aglomerado de moradias populares, geralmente em encostas, surgidas de ocupações espontâneas.
Segundo os dados do Censo de 2022 divulgados pelo IBGE, aproximadamente 16,4 milhões de pessoas vivem em favelas no Brasil, o que representa 8,1% da população do país.
Essas pessoas estão distribuídas em 12,3 mil favelas, localizadas em 656 municípios.
Para que possamos ter uma dimensão desta magnitude, se todas as favelas brasileiras formassem um estado, seria o terceiro mais populoso do país, ficando atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais.
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