
Imagem de Anthony Jarrin por Pixabay
Introdução:
Às vezes, é no silêncio da noite e na simplicidade de um jardim que surgem as reflexões mais profundas.
Entre formigas silenciosas, grilos repetitivos e o brilho passageiro de um pirilampo, este pequeno texto convida à contemplação da vida que pulsa discretamente à nossa volta — e dentro de nós.
Nesta breve alegoria, o vaga-lume se torna símbolo da efemeridade do brilho, da ilusão de grandeza, e da fragilidade dos instantes em que buscamos ser mais do que somos.
Será que, ao brilhar, deixamos de ver o mundo?
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